“Blogs” de amor- Quem os não tem…

É verdade. Voltei!
E muito mais informado sobre o que é isto da blogosfera.
Peguei em mim, tal Usain Bolt do Instituto Nacional de Estatística, e sondei as pérolas que por aqui se fazem.
A conclusão foi simples: 90%: Blogs de “amor”, amizade, tristezas “Kiduxos” e “miguinhas” VS 5% Blogs musicais, generalistas, partidários, enfim, interessantes VS 5% Blogs inactivos que falam de amor.

Mas, como embrião que me sinto por aqui, vou fumar o cigarrinho da emancipação adolescente e falar de “amor”(tenho de me integrar nos lamechas rapidamente).

Então cá vai um desabafo, uma subtil besteira, uma estranha borboleta que me percorre a barriguinha.
É!ESTOU APAIXONADO!
Nunca pensei dizer isto, sobretudo a uma plateia tão vasta mas é,de facto, mais forte que eu ou que todas as forças que me possam envolver. O sentimento engasga-me, estrangula-me mas, estranhamente,é nobre e estou cá para me entregar a ele de braços, peito e membros superiores no geral.

E quando digo que estou apaixonado, estou mesmo. Tanto é, que só uma frase me sai com aquele sorrisinho estúpido que todos conhecem quando nos alguém nos preenche:
QUERO FODER!
Não consigo explicar melhor que isto.
Ou melhor, ainda consigo tentar espalhar este “amor” por todos os/as lamechas que por aí andam, fazendo questão de atafulhar o meu querido tempo de pesquisa cibernautica com merda. Para vós, espalhando o “amor” que tenho: VÃO-SE FODER!

Ok ok…não vou fugir ao assunto.
Porquê este resumo do que é o “amor”, o seu significado, o que nos faz sentir?
Como homem que sou e Puta que me orgulho ser (quem nunca foi que atire a primeira pedra fachavore), tudo, por enquanto, se resume a Foder.

E não me venham dizer que é um sentimento básico, inócuo, machista ou mesmo pouco duradouro. Por mim falo, já “amei”, imagine-se, por 28 dias seguídinhos. Mas foi só uma vez (um “amor” único).Ao vigésimo nono dia, sem razão aparente, a relação começou a cair na rotina, os cafonés foram desaparecendo, bem como aspalavras doces de conforto e segurança ,os sorrisos cúmplices…nem sequer uma mensagem com x’s, k’s ou “txi adoro”,…

Pois, foi-se a minha fod…ups…o meu “amor”.Mas foi bom. E não arrependo de nada. Viveria tudo outra vez (passada uma semana).

Vá, agora a sério: seus cromos de merda que não têm mais nada que fazer que não seja descarregar os vossos traumas e aparecer-me numa qualquer pesquisa de blogs minimamente interessantes -um conselho e um ensinamento gratuito: hoje em dia, há ferramentas como o word (ou um bloquinho de notas para os menos afortunados e até amigos pá) nas quais podem escrever merda exactamente na mesma quantidade mas com uma vantagem de gozarem da bela da PRIVACIDADE. Sabem?aquelas coisinhas que são só nossas e que apenas têm de ser ditas a “quem de direito”?Por pouco que tenham na vida, experimetem vá.É só um conselho. Mas é imperativo…

Fotos, viagens, musica, ideais, alegrias, contos do dia-a-dia(com pormenores proeminentes como muitos sabem descrever), etc , isso sim interessa-me e é digno de ser partilhado. O resto…É LIXO. Quero lá saber se amam ou não. Quero lá saber se doi ou não. Enfim, CAGUEI para vocês meus caros pseudo-nicholas-sparks.

 

Nota do autor: não, não sou ímune ao sentimento mas, não sei porquê, gosto de o ter só para mim e para os meus.Caprichos.CAPICHE??

Desculpem o Vernáculo mas eles merecem.(impressionante a forma como coloquei toda a pressão do meu corpo no dedo indicador para teclar este ponto final)

Advertisements

I want you back!!!

(Quase) Tudo o que já foi moda e deixou de o ser, passou a sê-lo novamente.Lembro-me, por exemplo, dos all-star que voltaram à berra e dos chapéus de alfaiate que agora “cagam cenário”.
Consigo também compreender que quando um gajo tem frio nas mãos use umas luvas sem pontas dos dedos, que quando tem frio no pescoço use um lencinho marroquino e que quando tem frio na cabeça use um gorro com pala(não vá o sol estar forte de mais).É!Isso tudo é “fashion” e dou muito valor às cabecinhas que reiventaram tais conceitos.
Não consigo é dar valor nenhum ao gajo/a que, a certo ponto da sua vida, disse: “as alcatifas já não ficam bem no chão da casa das pessoas”. Opá…vai-te encher de merda!Por causa desse “inventa-modas” ainda me custa mais a sair do banho o e a levantar de manhã.E porquê?Porque é fashion congelar assim que se acorda.
Já que se recuperou tanta coisa, tragam lá a alcatifa outra vez à baila se fazem favor.Eu bem sei que este adereço caseiro priva os pés de contactar com a dura realidade do soalho, habituando-nos à falsa realidade que pisamos, criando até o culto do “fofinho” por muito apaneleirado que seja.Mas FODA-SE, eu queria ver o gajo/a que disse que a alcatifa já não era “fashion” a levantar-se às sete da manhã com o frio do caraças e mostrar alegria nisso.
Volta alcatifa…estás perdoada!

Plágio do nosso Fado em jeito de Ode que, afinal, apenas rima!

Tal  o primeiro dia do resto da minha vida

A cada lugar teu , lugar comum dos zés do telhado

Não sei de cor nem de Bragança a Lisboa

E desconfio que o pecado mora ao lado.

Assobiando as melodias mais bonitas

Por ruelas e calçadas, tu, deixas-me a rir

Parto assim rumo à maravilha,

Rumo à dor que houver para vir.

Vim ver os aviões sozinho

Fazer do meu amor clandestino e pasmacento .

Desfazer o teu sonho  numa sazonal desfolhada,

Agarrar  não só as palavras, mas o  momento.

Amigo frágil a quem virem as costas

De que é que estás à espera?

De estar bem onde não estás,

De Telepatia ou simpatia do circo da fera?

Pergunto-me: Onde está esse teu Porto sentido,

O Jeremias o fora da lei, o louco de Lisboa

Esse ladrão enamorado que já foi conquistador

Que já orientou o norte pela proa?

Ai Portugal Portugal!!!

Ouvi dizer que estás frágil

Que depois do adeus ficaram os coros de velhas

E se foram os putos…os putos!!!

(a utilização das designadas aspas neste texto é, de facto, imprescindível. No entanto, nesta colectânea dá trabalho extra e- convínhamos – a minha vida não é isto  )

Um “aperto-de-bochecha-com-a-parte-lateral-esquerda-do-indicador-direito-em-força-contrária com-a-base-do polegar direito”  (parem de olhar para as mãos se fazem favor)

Que sejas muito mal vindo!

Que sejas muito mal vindo

Sim, é isso!Se aqui chegaste, ninguém te obrigou. O tempo que que tens em mãos faz-te fazer o uso errado do mesmo. O lugar do tempo é no presente e, de certo, que poderás dar um uso bem mais narcisista às mãos que tens.
Dito isto, segue-se a apresentação e o propósito do blog.Assim dita o procedimento cibernáutico.
Ora bem, proponho-me então a escrever sobre tudo e sobre nada numa periodicidade bastante ou nada periódica sobre temas vastamente concretos.
Proponho-me ainda a alertar consciências.Duas em particular: a minha muito consciente e a minha muito insconciente.Ambas dão ares da sua graça várias vezes por dia em dosagens limitadas ao stock existente.
Fui claro. Espero que não!
Porque afinal, se os outros podem…